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Virada Cultural 2022: programação descentralizada e protagonismo da periferia nos palcos

Abertura será às 17h de sábado (28/05) com o Maestro João Martins e a Vai-Vai, no Palco Freguesia do Ó, Zona Norte da cidade. Entre as atrações, estão Luísa Sonza, Ludmilla, Kevinho, Glória Groove, Karol Conká, Pitty, Vitão, Pocah, BK, Rael, Black Alien, Rincon Sapiência, Diogo Nogueira, Maneva, Sidney Magal, Arnaldo Antunes e Barões da Pisadinha

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, realizará nos dias 28 e 29 de maio a Virada Cultural 2022. Com o lema Virada do Pertencimento, a edição deste ano ocorrerá em oito regiões espalhadas pela cidade de São Paulo: Butantã (Zona Oeste), Freguesia do Ó (Zona Norte), Parada Inglesa (Zona Norte), Campo Limpo (Zona Sul), M'Boi Mirim (Zona Sul), São Miguel Paulista (Zona Leste), Itaquera (Zona Leste) e o Vale do Anhangabaú e seu entorno (Centro). A abertura acontece às 17h do sábado (28), com apresentação do Maestro João Martins com a Vai-Vai, no Palco Freguesia do Ó.  Confira o site oficial

Um dos maiores eventos culturais da capital paulista, a Virada Cultural tem um impacto extremamente positivo para a cadeia econômica, movimentando desde a equipe de produção dos shows e artistas, até o turismo, como companhias aéreas e redes de hotéis. Dar a oportunidade para a pluralidade das diversas linguagens artísticas presentes em São Paulo será o foco deste evento. Além de um evento que traduz a potência da cidade, também é responsável pela formação de público e fomento à cultura.

Serão mais de 300 apresentações artísticas contemplando todas as modalidades e povos, entre os quais música, artes cênicas, danças e manifestações populares. Neste ano, espera-se um público circulante de 2 milhões de pessoas. Entre os destaques da programação, estão shows de artistas como Luísa Sonza, Ludmilla, Kevinho, Glória Groove, Karol Conká, Pitty, Vitão, Pocah, BK, Rael, Black Alien, Rincon Sapiência, Diogo Nogueira, Barões da Pisadinha, Djonga, entre outros.

“A Virada Cultural, que já é um patrimônio da cidade de São Paulo, tem um significado especial neste ano, pois só está sendo possível porque os paulistanos confiaram em nós, seguiram os protocolos e acreditaram na vacina e isso nos permitiu retomar as atividades com segurança e responsabilidade”, avalia o prefeito Ricardo Nunes. “E estou ainda mais feliz porque a Virada estará em todas as regiões da cidade, dará voz aos talentos da periferia e unirá o erudito, o maestro João Carlos Martins, ao popular, que é a Vai-Vai, logo na abertura da grande festa da cultura paulistana.”

"É um ano especial, é o ano da volta. É um ano de agradecimento, depois de tantas perdas. O que temos falado é que a Cultura vai fazer com que as pessoas voltem a sorrir", define a secretária municipal de Cultura, Aline Torres. “E não tem nada melhor do que a música, o teatro e todas as linguagens artísticas, que é o que oferecemos na Virada Cultural, para fazer com que as pessoas sintam esse aconchego, esse momento de felicidade que só a cultura proporciona", conclui.

A Virada Cultural 2022 foi pensada para fortalecer a periferia e os equipamentos públicos da cidade de São Paulo, de forma a evidenciar que o evento, para a sociedade, é a concretização de uma política pública na veia, como declarou a secretária. "Estamos oferecendo para a população uma programação de extrema qualidade que, em outras ocasiões, como festivais particulares, não seria acessível para a grande maioria. Isso é uma devolutiva da Prefeitura. Isso é a concretização de uma política pública na veia".

A Virada do Pertencimento mostra que tudo vira palco e exalta o orgulho dos artistas periféricos de pertencerem a essas regiões e de defenderem suas tradições, linguagens, manifestações e artes. Voltada a todos os públicos, inclusive o infantil com as Viradinhas, a festa se espalhará por 96 endereços oficiais da Prefeitura, contando com cinco palcos diferentes no Vale do Anhangabaú e 40 equipamentos culturais municipais participantes – 8 teatros, 12 casas de cultura, 10 delas com ações internas e duas com palco externo, 11 centros culturais e 11 bibliotecas.

"São Paulo abraça esse evento gigante porque ele é o reflexo e o desenho do que São Paulo é. Por isso a importância de a Virada ter entrado para o calendário oficial de eventos da cidade. E neste ano, promovemos a Virada do Pertencimento, para todo mundo participar. Para todo mundo se ver", finaliza Aline Torres.

Este ano, a Virada Cultural conta com a parceria institucional com o SESC (Serviço Social do Comércio), que traz programação gratuita em todas as suas unidades, ampliando ainda mais a Virada em todas as regiões da cidade.

Clique aqui e confira a programação completa, por região

 


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