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Telecentros da Prefeitura: atendimento para todos os públicos

Cursos de capacitação, palestras, oficinas sobre ferramentas digitais, programação e empreendorismo fazem parte das atividades oferecidas nesses equipamentos

De Secretaria Especial de Comunicação

A cidade de São Paulo possui 130 Telecentros, distribuídos em todas as suas regiões. Administradas pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT), essas unidades têm como seus principais serviços o uso livre, individual ou em grupo, e atividades de capacitação com cursos, palestras e oficinas sobre ferramentas digitais, programação e empreendedorismo. Atendimento e orientação aos usuários dos equipamentos, somados à oferta de espaço de trabalho compartilhado (coworking) também fazem parte das atividades.

Alguns Telecentros possuem características próprias, de acordo com a região onde estão inseridas ou de outros equipamentos públicos próximos como CEUs, clubes esportivos e bibliotecas. Assim, os Telecentros reúnem uma gama de serviços que atendem crianças, adolescentes, idosos, pessoas em situação de rua, com deficiência e imigrantes.

Esses locais possuem acesso a computador com internet e agentes mediadores, que auxiliam na navegação e se dedicam ao letramento digital da população. São espaços para aprender, produzir, consumir conteúdo, empreender e exercer a cidadania.

“São abertos para toda a comunidade. Quando uma pessoa visita uma de nossas unidades, primeiramente é acolhida pelos agentes de inclusão digital, que lhe darão a orientação necessária. Não estamos aqui só para ensinar, há uma troca de experiências”, explica Maria Inês Santana, coordenadora do Telecentro Dom Bosco II.

Os Telecentros têm um papel fundamental com inclusão digital e, consequentemente, na democratização das tecnologias. Com cursos de qualificação, monitoria e auxílio na produção de currículos e vagas de emprego, também são referência no esforço das pessoas em se recolocarem no mercado de trabalho.

“Quando você insere alguém no âmbito digital, o mundo é o limite. Orientamos o público a entrar nas plataformas que disponibilizam cursos profissionalizantes com certificados que são aceitos dentro da área profissional”, afirma Marcos William Pereira, agente digital da unidade Dom Bosco II.

O agendamento para uso é obrigatório e deve ser feito presencialmente ou pela central telefônica 156.  As atividades seguem protocolos sanitários rígidos, para prevenir o máximo possível o contágio pelo coronavírus.

Veja algumas regras para utilização:

  • Medição de temperatura dos usuários antes do acesso à unidade;
  • Uso obrigatório de máscara por agentes de inclusão digital e usuários;
  • O público deve levar sua própria caneta para assinar lista de presença, garrafa de água abastecida e fones de ouvido para assistir às aulas;
  • O número de pessoas é limitado na unidade de acordo com a quantidade de máquinas utilizáveis e reserva de horário (o número de usuários irá depender do espaço de cada unidade);
  • Deve ser mantida distância mínima de 1,5 metro entre os usuários.

 Em dúvida sobre qual unidade fica mais próxima de você e sobre os serviços e cursos oferecidos? Acesse: https://telecentro.prefeitura.sp.gov.br/

 

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