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Saúde anuncia nova etapa de descentralização do SAMU

Plano prevê o aumento de 58 para 75 bases descentralizadas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência

De Secretaria Especial de Comunicação

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo anuncia que dará início, a partir do próximo dia 25 de fevereiro, a uma nova fase do processo de ampliação e descentralização do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), iniciada em 2017. Nesta etapa, haverá uma realocação das equipes baseadas nas atuais 58 bases do serviço, ampliando a sua cobertura assistencial para 75 pontos de apoio.

A maior parte das novas bases será integrada a equipamentos de saúde, de acordo com o planejamento estratégico realizado no início da atual gestão. A meta de integração das bases descentralizadas a equipamentos de saúde estabelecida para 2019 (50%) será atingida já neste primeiro semestre.

Permanecerão ainda algumas bases não integradas como as estrategicamente localizadas em pontos de rápido acesso à vias de grande circulação (base descentralizada PAT BAND – marginal pinheiros e base descentralizada TCM - 23 de maio) e aquelas integradas ao Corpo de Bombeiros.

A integração com as unidades de saúde vai gerar sinergias entre as equipes do SAMU e das unidades assistenciais, qualificando ainda mais o atendimento, proporcionando ganhos aos usuários. O SAMU 192 não irá somente “levar” os pacientes, mas sim irá “buscar” o paciente para o atendimento no ponto de atenção mais adequado às suas necessidades.

A integração com as unidades da atenção primária à saúde, equipamentos de saúde mental, prontos-socorros, UPAs e hospitais pretende alocar o “paciente certo” ao “local certo”. Essa ampliação do número de pontos de apoio permitirá a incorporação das equipes que ficavam em 31 bases modulares isoladas, que desta forma deixam de existir.

A descentralização e a integração das equipes do SAMU aos equipamentos da rede de assistência têm ainda como objetivo melhorar a eficiência gerencial e administrativa. As mudanças foram planejadas para aprimorar o aproveitamento dos recursos humanos e materiais do SAMU com foco no aumento da disponibilidade e numa cobertura mais efetiva dos territórios. Aproximar as equipes de prontidão dos locais de atendimento é uma forma efetiva de reduzir o tempo de resposta aos chamados.

O SAMU atende mais de 5000 ligações diárias. Esse total inclui chamados múltiplos para a mesma ocorrência, trotes e solicitações de informações que não se enquadram nas características do serviço. Todos os dias, em média, são realizados 600 despachos de viaturas para atendimento de ocorrências de urgência e emergência foco do serviço.

Todas as ocorrências são acompanhadas pela Central de Operações até a sua conclusão, de acordo com a prioridade clínica e a disponibilidade do recurso. Os acionamentos inadequados, tais como os trotes, cancelamentos de solicitação (resolvido por meios próprios ou por outro recurso de resgate e recusa, quando o acionamento provém de terceiros) impactam diretamente na efetividade do encaminhamento das ambulâncias.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) é regulado por médicos que, de acordo com as informações transmitidas durante a ligação telefônica, classificam o risco e mobilizam os recursos de acordo com a gravidade.

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