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São Paulo reforça a rede de Assistência Social para encarar a nova onda de frio em meio à pandemia

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, realizou 182 mil acolhimentos desde o último dia 6 de maio, quando foi instituído o Plano de Contingência para Situações de Baixas Temperaturas 2020. Em vigor até 20 de setembro deste ano, a ação é intensificada quando a temperatura atinge o patamar igual ou inferior a 13ºC, ou sensação térmica equivalente. 

Desde que o Plano foi estabelecido, 1.473 acolhimentos foram realizados no período de plantão (noite e madrugada) da Coordenação de Pronto Atendimento Social (CPAS) e 942 cobertores distribuídos na cidade, até o momento. É importante destacar que uma pessoa pode ser acolhida mais de uma vez. 

Durante o dia, os orientadores socioeducativos que atuam nos Serviços Especializados de Abordagem Social (SEAS) fazem as abordagens em pontos estratégicos da cidade, ofertando encaminhamentos à rede de acolhimento e outros serviços da rede pública. O aceite para a rede socioassistencial é voluntário. 

Nos serviços de acolhimento, os conviventes recebem um kit de higiene, acesso a banho e a refeições (café da manhã, almoço e jantar) e pode ser encaminhado para outras políticas públicas de acordo com a sua demanda. 

Na madrugada, a abordagem é realizada pela CPAS, que deve ser acionada via Central 156, mas as pessoas em situação de rua também podem procurar os serviços espontaneamente. Caso o local procurado já tenha a sua ocupação total preenchida, os profissionais que atuam nos serviços deverão prestar o primeiro atendimento, protegendo-os do frio enquanto articulam uma vaga na rede de acolhimento do município. 

Com as ações necessárias para enfrentamento da pandemia, a pasta criou seis novos Centros de Acolhida em caráter emergencial, com 536 vagas, nas regiões de maior concentração de pessoas em situação de rua.  Os locais foram providenciados para garantir distanciamento seguro entre os conviventes seguindo as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde (MS) e das secretarias Estadual e Municipal da Saúde. 

Atualmente, o município dispõe de 89 serviços de acolhimento e outras 400 vagas serão criadas em Centros Educacionais Unificados (CEUs).

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