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Prefeitura realiza segunda distribuição de recursos para cooperados da coleta seletiva

Serão beneficiados 748 catadores com os recursos provenientes da comercialização dos resíduos recicláveis

De Secretaria Especial de Comunicação

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, realizou nesta sexta-feira (14), na sede da Prefeitura, a segunda distribuição de recursos provenientes do Programa Socioambiental de Coleta Seletiva de Resíduos Recicláveis.

Durante o evento, 748 cooperados receberam doação social proporcional ao tempo de trabalho, podendo chegar até R$ 1.800 por pessoa (R$ 150 por 12 meses trabalhados). A contribuição para o desenvolvimento social será de aproximadamente R$ 1,3 milhão. O recurso é proveniente da comercialização dos resíduos recicláveis.

Essa iniciativa, feita pela Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), faz parte da resolução n° 109, no qual o Conselho de Acompanhamento propõe a doação social dos recursos financeiros oriundos da comercialização dos resíduos recicláveis. Em dezembro de 2017, a Prefeitura fez a primeira distribuição dos recursos, no valor de R$1.200 por catador integrante das cooperativas habilitadas.

"Através da parceria da Prefeitura com os cooperados  estamos cuidando da cidade. É preciso que façamos mais ações como esta, para melhorar a qualidade de vida da população. Esta segunda distribuição de recursos é um reconhecimento do que eles fazem por São Paulo e, também, pelo planeta, declarou Bruno Covas.

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Econômico, Aline Cardoso, no próximo ano será oferecida capacitação e qualificação os cooperados.

“Desta forma, eles poderão administrar melhor seus negócios e gerar cada vez mais renda. Temos desenvolvido mais formas de apoio às cooperativas de catadores da Amlurb”, afirmou.

Atualmente, o programa de coleta seletiva de São Paulo cobre cerca de 70% dos distritos da cidade. São coletados anualmente, em média, 78 mil toneladas de recicláveis. Todo esse dos resíduo é destinado às 24 cooperativas habilitadas pela Prefeitura, onde é comercializado e gera renda para os catadores.

“Além de contribuir com o desenvolvimento social, a Prefeitura está universalizando a Coleta Seletiva em São Paulo. Para as regiões que não possuem esse serviço porta a porta, estamos investindo em pontos de entrega voluntária em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Subprefeituras e pontos comerciais”, comentou Edson Tomaz de Lima Filho, presidente da Amlurb. “Em um mês de implantação já tivemos resultados significativos de coletar até 300 kg por dia. Será um avanço para a cidade.”

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