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Prefeitura já interditou 581 estabelecimentos não essenciais por não acatarem a decisão de fechamento

Desde o dia 20 de março, cerca de 2.000 agentes têm trabalhado na conscientização de ambulantes e comerciantes em manterem os estabelecimentos fechados

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal das Subprefeituras, realizou a interdição de 581 estabelecimentos não essenciais por não acatarem a decisão de fechamento prevista pelo decreto municipal 59.298, de 23 de março. O decreto suspende o atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços.

Desde o dia 20 de março, cerca de 2.000 agentes têm trabalhado na conscientização de ambulantes e comerciantes em manterem os estabelecimentos fechados. Os mesmos serão desinterditados após o cumprimento do decreto, caso não tenham sua licença de funcionamento cassada.

As regiões dos estabelecimentos interditados são: Aricanduva, 39; Butantã, 4; Campo Limpo, 5; Capela do Socorro, 3; Casa Verde, 16; Cidade Ademar, 33; Cidade Tiradentes, 1; Ermelino Matarazzo, 3; Freguesia do Ó, 72; Guaianases, 27; Ipiranga, 3; Itaim Paulista, 3; Itaquera, 12; Jaçanã, 4; Lapa, 27; M'Boi Mirim, 9; Mooca, 40; Parelheiros, 1; Penha, 5; Perus, 17; Pirituba/Jaraguá, 9; Santana/Tucuruvi, 3; Santo Amaro, 30; São Mateus, 8; São Miguel Paulista, 16; Sapopemba, 15; Sé, 149, Vila Maria, 02; e Vila Prudente, 25.

Os locais que descumprem o exposto no decreto estão sujeitos à interdição imediata de suas atividades e, em caso de resistência, cassação do alvará de funcionamento ou TPU / Autorização Temporária. Reiteramos que o objetivo não é multar, mas, sim, evitar aglomerações para reduzir o risco de transmissão do coronavírus para proteger a população, conforme as orientações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS).

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