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Prefeitura inaugura oitavo Centro de Acolhida Emergencial

O novo equipamento destinado a pessoas em situação de rua é o primeiro instalado no CEU

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo, por meio das secretarias municipais de Assistência e Desenvolvimento Social e Educação, entregou na última quarta-feira (29), o oitavo Centro de Acolhida Emergencial da cidade. O equipamento destinado a pessoas em situação de rua foi instalado no Centro Educacional Unificado (CEU) Jambeiro, localizado em Guaianases, na Zona Leste. 

O local foi adaptado e preparado para funcionar 24 horas em caráter de emergência, e tem capacidade para 86 vagas que serão ocupadas apenas por homens. O acolhido, além de poder dormir, terá acesso a refeições, sala de entretenimento com TV e jogos de tabuleiro. 

Agora, a rede socioassistencial conta, no total, com 680 vagas emergenciais compostas por seis centros esportivos municipais, localizados nas regiões da Sé, Santo Amaro, Luz, Santana, Mooca e Lapa (este destinado aos casos suspeitos de contágio do covid-19), e um Centro de Acolhida na Vila Clementino, para os que forem diagnosticados (ambos contam com equipes de saúde no local). 

“Desde o início da pandemia a Prefeitura tem realizado ações para ampliar a rede de proteção social a população em situação de rua, oferecendo acolhimento, alimentação e espaços para higienização”, afirma o secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Douglas Carneiro. 

Para Bruno Caetano, secretário de Educação, essa medida é mais uma que irá apoiar o trabalho desenvolvido por toda a Prefeitura “os equipamentos de educação estão disponíveis e são importante ponto de atendimento para a população. Além do empréstimo dos prédios, condutores de veículos escolares também estão colaborando no combate a pandemia”, explica.

Os equipamentos públicos emergenciais foram criados a partir do decreto 59.283, publicado no dia 16 de março, devido ao estado de quarentena implantado pela Prefeitura para desafogar os Centros de Acolhida, distanciando as camas nos quartos dos serviços, além de manter as janelas abertas para ventilação adequada e higienização constante, de acordo com orientações do Ministério da Saúde. 

O novo equipamento já recebeu 20 acolhidos oriundos do CTA Guaianases. O equipamento foi adequado para um atendimento humanista e de qualidade, dentro da concepção do CEU. De acordo com a coordenadora da Divisão dos CEUs e Educação Especial (Diceu), da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Guaianases, Ana Lúcia de Souza, o momento é de integração entre as pastas devido à pandemia. “Entendemos que o CEU é um espaço público e por isso, a necessidade é de acolhimento”, avalia.

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