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Estudo inédito avalia situação do trânsito na capital durante quarentena

Aplicação da base de dados do aplicativo Waze à metodologia da CET traz mais precisão e agilidade para entender se a população está ou não atendendo aos pedidos de isolamento social.

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), elaborou um estudo inédito, a partir da base de dados do Waze, com quem mantém parceria, para compartilhamento de informações que ajudem na gestão do trânsito da capital paulista e melhorem o bem-estar da população. Ao aplicar a base de dados do Waze à metodologia da CET no monitoramento do trânsito, foi possível aumentar a sensibilidade da gestão pública na percepção das mudanças no comportamento do trânsito nas ruas da cidade. No total, 868 km das principais vias de São Paulo são monitoradas pela CET.

Diferentemente da CET, o Waze capta pequenos “atrasos” no tempo dos percursos de seus usuários. Enquanto a CET considera como lentidão a formação de filas, ou seja, os congestionamentos, o Waze vai além e considera como lentidão qualquer atraso em relação ao tempo de deslocamento traçado na origem da rota. A aplicação da base de dados do aplicativo à metodologia da Companhia traz mais precisão e agilidade para entender se a população está ou não atendendo aos pedidos de isolamento social.  

Maior índice de lentidão registrado em toda a quarentena

Esta quarta-feira (22/4) registrou os maiores índices de lentidão no período da manhã desde que teve início oficial a quarentena, de acordo com a base de dados de lentidão do Waze. Às 8h, foram registrados 19 quilômetros de lentidão. O maior índice para o horário, até então, havia sido registrado na quinta-feira (9/4), que antecedeu o feriado de Páscoa (10 km).

“O estudo mostra que está acontecendo uma grande variação para cima no volume de carros na cidade de São Paulo. Atingimos hoje, com 19 quilômetros de lentidão às 8h, o maior número do pico da manhã de todo o período de quarentena. É muito importante que a parte da população que possa ficar em casa, fique. Não é momento de haver relaxamento", afirma o secretário municipal de Mobilidade e Transportes da cidade de São Paulo, Edson Caram.

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