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Prefeitura anuncia novas medidas para conter a disseminação do novo coronavírus na capital

Decreto regulamentou a Lei nº 17.340, que dispõe sobre medidas de proteção da saúde pública e outras medidas para o enfrentamento da emergência de saúde pública

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo anunciou novas medidas para conter a disseminação do novo coronavírus na capital paulista, na manhã desta quarta-feira (06/05). Decreto que regulamenta a Lei nº 17.340, de 30 de abril de 2020, que dispõe sobre medidas de proteção da saúde pública e outras medidas para o enfrentamento da emergência de saúde pública foi publicado no Diário Oficial.

“O vírus está se espalhando. Já são mais de 1.800 mortes confirmadas na cidade de São Paulo e mais 1.200 mortes suspeitas. A letalidade é cada vez maior, em especial, na nossa periferia. Quero, mais uma vez, recorrer à solidariedade da nossa população, que tanto entende a mensagem de ajudar as pessoas mais necessitadas com a doação de alimentos, que também entenda a necessidade de ajudar as pessoas mais vulneráveis permanecendo dentro de casa”, solicitou o prefeito Bruno Covas, durante coletiva on-line realizada nesta quarta-feira, na sede da Prefeitura.

O prefeito anunciou uma bonificação para os profissionais que estão na linha de frente no combate ao coronavírus. “Esse bônus já deveria ter sido pago no início do ano. Por conta da pandemia, nós havíamos suspendido. Estamos agora determinando o pagamento a todos aqueles servidores que estão na linha de frente do combate ao coronavírus. Os servidores da área da saúde, AMLURB (limpeza pública), serviço funerário, fiscais das subprefeituras, as equipes da assistência social, entre outros, já receberão o benefício no mês de maio. Só na área da Saúde nós estamos falando de um bônus com valor médio de R$ 5.388”, explicou Covas.

O decreto também prevê a requisição de leitos ociosos regularmente instalados na rede particular de saúde enquanto durar a pandemia de covid-19, a fim de maximizar o atendimento e garantir tratamento igualitário, hipótese em que será garantido o pagamento posterior de indenização justa. 

“Nós já tínhamos estabelecido convênios com a Cruz Vermelha e a Unisa, e já conseguimos avançar com a Santa Casa de Santo Amaro, Hospital do Rim, Hospital Santa Cruz, Santa Marcelina e com a Beneficência Portuguesa. Esses hospitais atenderam ao chamamento da Prefeitura de São Paulo e assinaram um protocolo para disponibilizar leitos de UTI da rede privada para a rede pública, com um valor referência de R$ 2.100 por dia para cada leito disponibilizado para o nosso sistema de regulação”, disse o prefeito, durante a coletiva.

“Quando as pessoas conseguem um tratamento, o índice de mortalidade reduz bastante em relação ao coronavírus. Por isso, é importante toda essa preocupação da Prefeitura com a ampliação dos leitos. Aqui na cidade será um total de mais 3.456 leitos (UTI e enfermaria) e a gente já passou de mais 1.400 leitos de UTI que serão criados na cidade para o SUS, dos quais 700 já foram entregues. O restante deve ser entregue em maio”, afirmou o prefeito Bruno Covas.

Durante a coletiva online, o prefeito Bruno Covas também tratou dos seguintes assuntos:

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