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Prefeitura amplia área de fiscalização da Operação Comércio Legal

Em pouco mais de um mês, 40 toneladas de mercadoria ilegal foram apreendidas e cinco depósitos irregulares estourados

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo, numa ação conjunta com a Guarda Civil Metropolitana, a Polícia Militar e a Polícia Civil, consolidou a presença na região do Brás por meio da Operação Comércio Legal, iniciada em 26 de novembro.  Em pouco mais de um mês de atuação, a área abrangida passou de 22 mil para 96 mil metros quadrados fiscalizados, onde foram mapeados 3.093 ambulantes, a maioria sem TPU (Termo de Permissão de Uso) concedido pelo governo municipal.

"Um dos dados que mostra o quanto esta operação é importante, são os dados da segurança aqui. Se você comparar o período de novembro e dezembro do ano passado com o mesmo período deste ano, nós tivemos uma redução de 72% no número de furtos e de 38% no número de roubos. Isso mostra que esta ação vai muito além da recuperação do espaço público e ajuda o Governo do Estado com a diminuição da violência nesta região", afirmou o prefeito Bruno Covas, que acompanhou as ações na manhã desta quinta-feira (3).

A Operação Comércio legal começou no quadrilátero que fica entre o Largo da Concórdia e a Avenida Rangel Pestana , numa área onde circulam por dia cerca de 330 mil pessoas. Com o êxito da primeira etapa da ação, a área foi estendida também para as ruas Miller, Oriente, Barão de Ladário e da juta. O número de agentes da Guarda Civil Metropolitana também passou de 50 para 90.

No atual território de abrangência da Operação Comércio Legal funcionam regularmente 505 lojas, que tinham seus negócios prejudicados pela presença dos camelôs irregulares, que não pagam impostos.

Em pouco mais de um mês, a Operação Comércio legal apreendeu aproximadamente 4 mil sacos com cerca de 40 toneladas de material majoritariamente pirata. Nesse período, cinco depósitos irregulares foram estourados pela Polícia Militar e GCM.

Além de coibir a presença de ambulantes ilegais e melhorar a mobilidade, a ação da Prefeitura oferece também atendimento social para a população da região. Neste período, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) atendeu 1.004 pessoas por meio do Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (CRAI). Desse total, 849 receberam orientações gerais e 155 foram cadastradas. A Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social (SMADS) fez 715 abordagens. Desse total, 234 pessoas foram encaminhadas para receber refeição, 467 foram acolhidas nos centros especializados e nove recusaram atendimento..

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE) prestou 1.161 atendimentos. Foram cadastradas 553 pessoas pelo Programa Operação Trabalho (POT), que concede bolsas e promove a reinserção no mercado de trabalho e outras 608 encaminhadas ao Centro de Apoio ao Trabalho e ao Empreendedorismo (CATe).

A CET e a SPTrans estão presentes na região, numa ação preventiva, para garantir as condições de segurança, fluidez e mobilidade. A ação da Prefeitura conta também com medidas de zeladoria para recuperar o espaço degradado.

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