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Museu de Arte de Rua: São Paulo ganhará novas obras de arte urbana

Cerca de 30 novas obras, assinadas por artistas como Mundano, Speto, Simone Siss, Raquel Brust e Os Tupys, ocupam todas as regiões da cidade

De Secretaria Especial de Comunicação

A Prefeitura de São Paulo lançou em dezembro uma nova edição do Museu de Arte de Rua (MAR), uma parceria entre as secretarias municipais de Cultura, Subprefeituras e Educação. A iniciativa visa aprimorar a vocação da cidade para a produção de arte urbana e ampliar seu impacto positivo na cultura e identidade de São Paulo. Com trabalhos concluídos entre os meses de dezembro e janeiro, o projeto viabiliza cerca de 30 obras de arte urbana em diferentes suportes, como grafite e fotografia, sempre em grandes dimensões.

Três eixos sustentam esta edição do MAR: implementação das intervenções; investimento em formação de professores e artistas para 2020; e incentivo ao mercado de arte urbana com parcerias público-privadas. Entre os destaques, está Giganto, da fotógrafa e artista visual Raquel Brust. Trata-se de uma intervenção urbana com fotografias gigantes, como o próprio nome diz, e que utiliza a arquitetura da cidade como suporte, interagindo com a paisagem e reagindo a ela. A obra está localizada sob o Minhocão e foi iniciada no dia 2 de dezembro.

Já o projeto #TarsilaInspira traz artistas mulheres colorindo o centro de São Paulo com obras criadas a partir do trabalho da artista plástica modernista Tarsila do Amaral. Desenvolvida por Luciana Branco, a convite do secretário municipal de Cultura, Alexandre Youssef, a obra conta com as artistas Simone Siss, Hanna Lucatelli, Mag Magrela, Katia Lombardo, Laura Guimarães e Crica Monteiro. Serão coloridos cinco arranha-céus no centro da cidade, em murais de dimensões gigantescas.

O grafiteiro Mundano, que faz intervenções em carroças de catadores de materiais recicláveis, fará uma intervenção na Avenida Pacaembu questionando o desastre de Brumadinho. O ícone musical brasileiro João Gilberto, falecido em julho deste ano, ganha homenagem pelas mãos do artista plástico Speto, um dos principais nomes do grafite no Brasil, que integra a primeira geração de grafiteiros pós-ditadura militar. O estilo do artista é inspirado no cordel nordestino e na xilogravura. A homenagem será realizada na Avenida Mercúrio, próximo ao Mercadão.

Com humor e irreverência, o grupo Os Tupys, que atua em São Paulo desde a década de 1980, irá pintar a lateral de um prédio no centro da cidade. O coletivo é formado por Carlos Delfino, Ciro Cozzolino e Zé Carratu. O Grupo Opni, por sua vez, homenageia Tebas, arquiteto negro que, após ser escravizado até os 58 anos de idade, consolidou-se como um dos maiores nomes da arquitetura brasileira do século 18.

Atistas/Projetos:

Raquel Brust - Projeto Giganto
Idealizado em 2008 pela artista visual Raquel Brust, o Giganto tem como objetivo criar uma exposição temporária inserida no cotidiano. Pretende transformar a paisagem com imensos retratos, propondo reflexões sobre as relações humanas e o espaço que habitamos, e despertar empatia e tolerância. O processo criativo do Giganto é focado na valorização do indivíduo e sua história. Procura humanizar as estruturas de concreto e ajuda a criar uma memória mais afetiva com a cidade através da arte pública. Com o projeto, Raquel Brust já participou de diversas exposições nacionais e internacionais. Entre os destaques, uma exposição individual e uma coletiva no Festival Internacional de Fotografia PhotoEspaña , em Madrid, 2014; a versão brasileira do mesmo festival realizado em 2013 em São Paulo (PhotoEspaña.br); a obra Salsabil de 2018 produzida para a série Hack The City exibida no canal NatGeo, patrocinada pela Intel; a obra Sou Dessas - Mulheres Incríveis que fazem o Carnaval na Casa Ipanema no Rio de Janeiro; a exposição Giganto em BH - Erro99, em Belo Horizonte no ano de 2016; as exposições individuais no SESC de São Paulo: Matéria e Memória 2013, Água e os Sonhos 2012, Mostra Sesc de Artes 2010. Participou da exposição coletiva e livro Geração 00 - a Nova Fotografia Brasileira no Sesc Belenzinho, além dos Festivais de Fotografia, como Paraty em Foco no RJ e Foto em Pauta em MG, entre outros.

Tarsila Inspira
Simone Siss + Laura Guimarães
Hanna Lucatelli
Mag Magrela
Crica Monteiro
Kátia Lombardo

Em abril, o grupo convidado por Luciana Branco e liderado por Simone Siss fez uma visita especial à exposição Tarsila Popular, no Masp, conduzida por Tarsilinha do Amaral - sobrinha-neta e administradora do espólio da pintora modernista. As seis artistas tiveram contato com as histórias que circundam as obras e conheceram um pouco mais da trajetória e do legado da pintora. A partir daí e por meio do apoio da Secretaria de Cultura, expõem na cidade cinco murais criados a partir desse mergulho.

Rui Mendes - Raul Seixas
O fotógrafo Rui Mendes, 57, conhecido por suas imagens do rock brasileiro dos anos 1980 e 1990, será, a um só tempo, sujeito e objeto de celebração. No ano em que completa 40 anos de profissão, terá uma foto que tirou de Raul Seixas em 1987 ampliada para cobrir um empena (lateral cega de edifício) no centro da cidade. A ideia é a de instalar essa imagem, inédita, em um prédio na região do viaduto Santa Efigênia. O retrato faz parte de uma série de fotos que Mendes tirou na casa do músico baiano no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Em 2019, completam-se 30 anos da morte de Seixas.

Veracidade - Mauro Neri
Mauro Sergio Neri da Silva tem origem na periferia de São Paulo. Desenha desde 1981. A partir de 1995, pinta e trabalha na rua como catador, ambulante e letrista. Entre 2000 e 2002 se descobriu artista plástico, educador, muralista, grafiteiro e ou pichador. Formado em Licenciatura em Artes Visuais, em São Paulo, 2003. Viveu na Itália de 2005 a 2008 quando frequentou a Academia de Belas Artes de Bolonha. Integrante do coletivo Agentes Marginais, idealizador, co-coordenador, co-curador dos projetos: Encontro Niggaz, em 2004; Imargem, em 2006; Cartograffiti, em 2009; e Infograffiti, em 2016. Projetos multidisciplinares que articulam os eixos temáticos: edu-comunicação, graffiti, memória, juventude, arte, meio ambiente, convivência e direito a cidade. Foi selecionado por programas, editais e prêmios do Ministério da Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura, e das secretarias municipais de Cultura, de Meio Ambiente e Direitos Humanos.

Os Tupys
Os Tupys, coletivo de arte e intervenções urbana, atua na cidade de São Paulo desde os anos 1980. Participou de várias mostras em museus e galerias do Brasil. Em 2018, realizou a pintura mural no prédio da sede do Bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, em São Paulo. Em 2019, participou da exposição "Caminho Suave - neuropaisagens" na Galeria Virgílio, em São Paulo. O novo projeto do grupo é pintar a lateral de um prédio no centro da capital paulista apresentando seu mais recente repertório de imagens e signos, sempre com muito humor e irreverência.

Grupo Opni - Tebas
O Quadro Negro no Centro será uma exposição de Arte Urbana que utilizará da técnica de graffiti como forma de expressão, de veículo de informação e da comunicação de modo a contribuir com a interação do espectador, além de melhorar a paisagem que margeia a região central da Cidade de São Paulo. A ideia desse projeto é promover a revitalização do espaço urbano afim de contribuir com a valorização do patrimônio cultural da cidade por meio de ressignificação da história de um escravizado que aprendeu o ofício de pedreiro com seu senhor na cidade de Santos. Devido à falta de oportunidades ambos migraram para São Paulo em 1750 e, a partir daí, ele começa a fazer parte da história da nossa cidade e recebe sua alforria ao construir a torre da Catedral da Sé. Também construiu o frontão do lado do Mosteiro de São Bento e os elementos decorativos da fachada da Ordem Terceira do Carmo.

Binho Ribeiro - Hip Hop
O artista Binho Ribeiro realizará a pintura de uma empena no Largo São Bento, berço da cultura Hip Hop na cidade de São Paulo. A pintura nesse local tem grande importância e significa uma homenagem à origem, à história e a alguns protagonistas dessa cultura que o próprio artista faz parte desde 1984.

Binho Ribeiro + Coletivo X (EVOL SNEK FEIK NEM NICK TIOCH KUEIA)
Binho Ribeiro também realiza uma segunda empena com um grupo inédito de artistas convidados, para uma criação coletiva nunca antes vista, mantendo a linguagem estética do graffiti.

Thiago Toes
Vive e trabalha em São Bernardo do Campo. Foi assistente de importantes nomes do circuito de artes visuais, como Os Gêmeos, Lucia Koch e Nina Pandolfo, período em que despertou interesse para sua produção autoral.

Autodidata, Thiago fez acompanhamentos artísticos em diversos grupos de estudos; no Hermes Artes Visuais com orientação de Nino Cais, Carla Chaim e Marcelo Amorim; na Oficina Oswald de Andrade em dois momentos, primeira orientação o pela curadora Julia Lima e artista Marcia de Moraes e no segundo momento pelo Theo Craveiro. Seu último grupo de estudos foi com o João Loureiro no atelier 397.

Enivo
Marcos Ramos, o Enivo, começou suas experiências no graffiti aos 12 anos, em 1998. Desde então, ele marca as ruas da cidade com sua arte. Formado em artes plásticas pela Faculdade Paulista de Artes, Enivo é sócio-fundador da A7MA Galeria e também educador, com o intuito de compartilhar conhecimentos e vivências com jovens focados em pesquisar e produzir arte.

Ronah Carraro
É artista visual, ilustrador, grafiteiro, estilista, designer, diagramador; um multi artista. Nascido em São Paulo, é formado em Artes Plásticas pela Universidade São Judas e desde 2005 desenvolve trabalhos voltados à Street Art. Seu plano de fundo é a cidade de São Paulo, onde por vários bairros, incluindo o Mooca (onde ele nasceu) ele realizou painéis, muros e intervenções urbanas colorindo o cinza da cidade. Carraro trabalha com diversas superfícies como tela, madeira e papel maché.

Mundano
Mundano é conhecido por seu graffiti “paporreto” em muros, viadutos e em mais de 280 carroças dos catadores de materiais recicláveis. O grafiteiro e ativista procura questionar conceitos e comportamentos das pessoas através de frases de impacto. Mundano transcendeu as tintas e hoje é uma referência no artivismo, palestrante do TED Global e TED Fellow, criador do Pimp My Carroça e curador de outros projetos culturais e sociais de sucesso. O artista já fez intervenções em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Cuiabá, Manaus, Poços de Caldas, Belém, Salvador, Brasília, Teresina, Alto Xingu, Buenos Aires,Quilmes,Mar Del Plata, entre outras cidades do Brasil e do mundo.

Speto
O paulista Paulo Cesar Silva é artista plástico, ilustrador e um dos principais nomes do grafite no Brasil. Ele representa a primeira geração de grafiteiros do Brasil, que surgiu após o fim da ditadura militar, quando a cultura hip-hop, vinda dos subúrbios de Nova York, invadiu São Paulo. Inspirado na tradição folclórica da literatura de cordel nordestina e na xilogravura, Speto desenvolveu um estilo próprio e original, que imprime uma expressão genuinamente brasileira em seus trabalhos. Apesar de autodidata, o artista fez vários cursos no Museu de Arte Moderna (MAM), além de aulas de xilogravura com Bruno de Oliveira, quem ele considera seu mestre gravurista e impressor. Começou a receber os méritos pelo seu trabalho somente nos anos 2000, quando o grafite passou a ser reconhecido como arte no Brasil. Atualmente, considerado um dos principais nomes da arte de rua do país, Speto tem obras espalhadas por mais de 15 países e já participou do Miami Art Basel, onde grafitou um muro na cidade americana dentro do Primary Flight, maior evento de arte ao ar livre do planeta. Suas obras já foram expostas em museus como o Palais de Tokyo, na França, Museu Afro Brasil, em São Paulo, e em diversas galerias nos Estados Unidos e Europa.

Hayashi
Rafael Hayashi, conflitos entre sociedade e o indivíduo são o tema central de seus trabalhos. São Paulo, Brasil, é a cidade onde nasceu, vive e de onde extrai suas obras. Da luta que trava com a cidade e da força que faz para não ser engolido por ela emergem seus trabalhos. Na produção de suas pinturas as formas e os personagens emergem de grandes massas de tinta. Como se pudesse moldar a tela, ele constrói com suas mãos e pedaços de tecido suas luzes, volumes e movimentos.

Muito influenciado pela arte oriental e pela pintura contemporânea, carrega em seus trabalhos marcas do ukiyo-e (gravura japonesa) e de pintores que sempre lhe foram referencia, como Cai Quo Quiang, Yang Shaobin, Francis Bacon, Lucian Freud, Egon Schiele, entre muito outros.

Onesto
Alex Hornest foi convidado para participar do evento MAR, onde irá transmitir suas técnicas de pintura, muralismo e graffiti de criação totalmente autoral.

Rafa Mon
RafaMon fará um painel de grande formato no Teatro Décio de Almeida Prado.

A artista visual Rafa Monteiro, ou apenas Rafa Mon - é mineira de Monte Sião. Começou a carreira trabalhando com moda, mas logo começou a se aventurar pelas artes plásticas, sua grande paixão, testando seus desenhos ultra coloridos em bolsas e camisetas, até que se aventurou na primeira parede e nunca mais parou.

A partir de 2014, intensificou seus trabalhos politizados, o que só fez aumentar a popularidade e o alcance de sua arte. Na esteira desse sucesso, vieram diversos trabalhos de muita visibilidade, como a pintura do teto da Casa de Cultura Laura Alvim e o desenvolvimento de uma estampa exclusiva para a Adidas nas Olimpíadas do Rio.

Outros trabalhos marcantes incluem um mural de 350m2 no Riocentro, além de estampas para as marcas Salinas e Maria Filó. Isso sem falar no ativismo. Rafa já pintou diversos murais em ações de combate à homofobia. Ano passado, produziu o maior painel de sua carreira, a lateral de um prédio na orla de Botafogo, com 36 metros de altura. Ainda no último ano, participou da linha de sandálias da marca Ipanema/Grendene, assinando duas estampas da nova coleção, lançou sua primeira coleção de cadernos pela editora 3B e foi convidada pela ONG WWF para fazer parte do time de artistas que criou ações para uma de suas campanhas, em São Paulo. Iniciou 2019 criando um mural de 600m2 na Barra da Tijuca e nos próximos meses deve lançar sua participação em mais uma linha de sandálias da marca Ipanema/Grendene, assinando três novas estampas.

De um impacto visual tremendo e com um estilo marcante, suas obras podem ser vistas em vários pontos do Rio de Janeiro, onde reside há 14 anos, sempre se impondo o desafio de tornar a cidade maravilhosa ainda mais bonita.

Gamão/Coletivo Kuka

Em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Biblioteca Helena Silveira o coletivo Raxa Kuka apresenta os Muros Literários: inspirados nas escritoras e escritores da Literatura Marginal os desenhos serão uma homenagem aos poetas dos saraus das periferias de São Paulo.

Bueno Caos
Criação e execução de mural de lambe-lambe para empena.

Felipe Morozini

Pintura com frase em uma empena de um prédio na Avenida São João com a frase: eu sabia que você existia 

Celso Gitahy
Considerado um dos pioneiros da street art no Brasil, em atividade desde a década de 1980, Celso Gitahy realizará a pintura do Mural TV NAUTA sobre a Empena Cega de edifício localizado na Av. Brigadeiro Luis Antônio, 1622. A partir do repertório de mais de 30 anos do artista, Celso Gitahy fará uma composição utilizando o seu "TV NAUTA", um dos seus desenhos mais conhecidos do público, com outros desenhos preparados especialmente para ocuparem essa tela-cidade em um prédio com mais de 10 andares de altura.

Tikka
A artista Tikka irá desenvolver um mural em empena de larga escala para a Prefeitura de São Paulo dentro do projeto MAR com produção do Instagrafite.

Casadalapa
A intervenção consiste em executar pinturas artísticas com motivos de etnias dos povos originários que habitavam nas margens do rio ou usavam o mesmo como meio de navegação. Na região da cidade de São Paulo, entre estas grafias serão pintadas frases de lideranças indígenas atuais sobre a relação com os rios e o respeito.

Serão quatro painéis nas dimensões de 6 de altura por 25 metros de largura, pintados na calha de retificação do Rio Tietê, entre as pontes da Casa Verde e do Piqueri.

Este trabalho é continuidade de uma série de intervenções denominadas Manifesto Capivara, iniciadas em 2008 e realizadas em diversos espaços e sites específicos da cidade.

Alex Senna
Nascido em 1983, Alex Senna é um ilustrador e grafiteiro paulista que atua principalmente na cidade de São Paulo. O interesse por desenhar começou desde muito cedo, quando ainda era criança, assim como muitos de seus familiares que tinham o desenho como hobby. Senna entrou em contato com o grafite inicialmente em 2002. Seu traço e escolha de cor lembra os quadrinhos encontrados nos jornais, preto e branco, enquanto os temas geralmente abordados costumam ser o relacionamento e o cotidiano. Seu trabalho é influenciado por cartunistas como Ziraldo, Maurício de Souza e Quino. Já expôs e pintou murais em cidades no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Coréia do Sul, Inglaterra, Dinamarca, Rússia, França, Itália e Alemanha.

Mari Mats
Mari Mats é artista plástica e DJ, conhecida na cena da música independente de São Paulo. Representante da classe feminina no street art, a jovem artista plástica iniciou sua carreira há 11 anos fazendo grafite e colorindo as ruas do centro da cidade. Sua marca registrada é o preto e branco de seus desenhos e personagens malucos e descontraídos, sempre jogados num mundo de criatividade.

Atualmente, Mari Mats tem um leque artístico variado, que conta com a customização de objetos, além de várias telas que já estamparam as paredes de diversas galerias.

Contrapartida SIAT II
Os artistas Alex Senna e Mari Mats, junto de sua equipe irão realizar uma ação-arte educativa em conjunto no SIAT II, do projeto Redenção, na qual a própria comunidade interage com a pintura e o painel.

Diego de Godoy
Documentário sobre a produção artística urbana na cidade de São Paulo com foco na cultura do grafitti e nas expressões artísticas associadas como música, moda e dança. Diego vai registrar os processos de criação de todos os projetos do MAR

Zezão
O Artista Visual Zezão (José Handa), reconhecido por grafitar galerias pluviais na cidade de São Paulo, realizará um mural sobre empena dando continuidade à série de trabalhos em arranha-céus intitulada "70%". Questionando a forma como a vida urbana condiciona seus rios, a obra será um monumento aos rios canalizados da cidade, aos rios ocultos de SP. O projeto "70%" é uma série de homenagens aos rios escondidos, como provocação à população paulistana e sua relação com a água.

Grupo Vertigo
São hoje em dia os melhores artistas gráficos urbanos da Colômbia e uns dos melhores do mundo. O mural será feito com apoio da Embaixada da Colômbia no Brasil.

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