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Fim de ano: Saúde reforça que aglomerações devem ser evitadas

Uso correto da máscara e higienização das mãos também são medidas fundamentais de combate ao coronavírus

De Secretaria Especial de Comunicação

Se o ano de 2020 está terminando, o mesmo não se pode falar da pandemia de covid-19. O número de casos e de mortes tem aumentado no mundo todo justamente no período das festas. As autoridades de Saúde reforçam para o perigo das aglomerações e alertam para o relaxamento das medidas de proteção individual e coletiva. Esses comportamentos podem levar a uma disparada nas contaminações pelo coronavírus.

Estar vivo e saudável é o grande legado de 2020 e o principal exercício de generosidade é preservar a sua integridade e ajudar a salvar outras vidas. É difícil resistir a uma festa, uma viagem, um passeio com a turma, mas é necessário. Mesmo com distanciamento, máscara usada de forma correta, higienização das mãos, nenhuma medida é capaz de impedir totalmente a transmissão da covid-19.

Sair de casa e aglomerar é estar exposto, receber pessoas ou visitar outras é potencializar os níveis de contágio e fazer com que o enfrentamento à doença fuja do controle, o sistema de saúde entre em colapso e não haja leitos suficientes para tratamento. É por isso que as restrições são aumentadas.

Apenas entre os dias 25 e 26 de dezembro, mais de seis mil pessoas em quatro regiões de São Paulo foram dispersadas pacificamente de bares e festas em uma força-tarefa organizada pela Prefeitura de São Paulo, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), e o Governo do Estado, com o objetivo de impedir a aglomeração de pessoas e evitar a propagação da covid-19.

Sete estabelecimentos comerciais (quatro bares e três casas de shows) foram interditados. Os organizadores de um pancadão, na região de Cidade Tiradentes, Zona Leste da capital, foram encaminhados às autoridades policiais. Todos responderão administrativamente por desrespeitar as medidas restritivas e poderão também responder criminalmente pelos seus atos.

Máscara salva vidas

Cada um precisa fazer a sua parte e o uso correto e constante das máscaras de proteção facial é muito importante e necessário. Ela evita a propagação das gotículas nasais ou de saliva pelo ambiente. É na tosse, no espirro, no ato de falar, gritar, cantar ou bocejar que as partículas se espalham.

Na capital, ações de conscientização estão sendo realizadas pelas 28 Unidades de Vigilância em Saúde (UVIS) espalhadas na cidade. Em locais com grande fluxo de pessoas, nas diferentes regiões de São Paulo, os profissionais orientam sobre o uso das máscaras. Até o dia 28 de dezembro, 21.560 pessoas foram abordadas para a correta utilização das máscaras, 11.124 estabelecimentos foram orientados, 5.185 mil materiais gráficos educativos distribuídos e 1.631 máscaras foram distribuídas.

O ideal é permanecer em casa o máximo de tempo possível e não descuidar em ambientes com mais de uma pessoa:

- Respeite o tamanho do espaço e busque fazer refeições, se possível, em lugares abertos ou bem ventilados e sem ar-condicionado;

- Use máscara sempre que não estiver comendo ou bebendo e, principalmente, quando estiver falando. Tenha máscaras de reserva. Troque-a sempre que estiver úmida e guarde-a em um saquinho quando for fazer as refeições. Não misture as máscaras sujas e limpas;

- Não compartilhe talheres, copos ou garrafas. Evite aglomeração ao redor da mesa;

- Lave as mãos com água e sabão ou use álcool 70% com frequência e dê preferência para secá-las com papel.

Atenção redobrada

Se você faz parte ou mora com alguém do grupo de risco para casos graves de covid-19, mantenha o isolamento domiciliar. O grupo de risco reúne idosos (pessoas com mais de 60 anos); crianças menores de 5 anos; gestantes ou mães que acabaram de dar à luz; fumantes, pessoas com doenças crônicas (diabetes e hipertensão, asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal crônica em estágio avançado, imunodepressão provocada pelo tratamento de doenças autoimunes, como lúpus ou câncer).

Se você está com sintomas relacionados à covid-19, está no período de 14 dias desde que teve os primeiros sintomas mesmo que não tenha feito um teste de diagnóstico, manteve contato com alguém que teve a doença nos últimos 14 dias, está aguardando o resultado de um teste ou se está covid-19, não convide pessoas para sua casa, não faça visitas e muito menos vá a eventos.

Bebida em excesso e música alta fazem as pessoas aumentar o volume da voz ou até gritar e isso dissipa partículas de saliva, invisíveis ou não, pelo ambiente, que podem estar contaminadas com o coronavírus. Neste momento, abraços, beijos e apertos de mão ficam fora da comemoração. Procure ficar em casa na virada e dê a sua colaboração para um novo ano pleno de saúde.

 

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