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Em parceria com canil da Guarda Civil Metropolitana, HSPM implanta cinoterapia para idosos

Introduzido no Brasil em 1997, método recorre a animais para ajudar na reabilitação e amenizar o sofrimento de pacientes hospitalizados

De Secretaria Especial de Comunicação

O Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM), unidade da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, em parceria com o canil da Guarda Civil Metropolitana (GCM), iniciou, em 6 de março, o Projeto de Terapia Assistida por Animais (cinoterapia). A presença de animais em ambientes hospitalares ocorre com frequência, por exemplo, nos Estados Unidos há várias décadas. No Brasil, o método foi introduzido em 1997.

Em geral, os hospitais utilizam cães para esse tipo de técnica terapêutica por serem mais adaptáveis, por sua afeição natural pelas pessoas, sua maior interação com os doentes, motivarem e melhorarem o humor, a saúde e o bem-estar dos pacientes, entre outras características.

As atividades de cinoterapia do HSPM acontecem na recepção da enfermaria de geriatria, com o animal sendo conduzido por um profissional do canil da corporação. A cada ação, que ocorre quinzenalmente e às terças-feira, são visitados cerca de cinco pacientes.

“Para o HSPM a Cinoterapia é mais uma terapia que vem trazer benefícios aos pacientes que encontram-se internados. Nossa ideia é ampliar esse projeto para outras clínicas, sendo essa mais uma das ações do programa de Humanização desta instituição”, declara Antonio Célio Camargo Moreno, superintendente do HSPM.

“Médico” de quatro patas

Os benefícios da cinoterapia são inúmeros e estão relacionados a vários aspectos físicos, mentais, educacionais e fisiológicos. Possibilita a mobilização precoce do paciente, facilitando sua saída do leito, seja em cadeiras de rodas, seja com a ajuda de andadores ou de terceiros. Aumenta a comunicação verbal e não verbal entre os pacientes e os membros da equipe médica, melhora a capacidade de concentração e atenção, encoraja o contato social e as atividades de lazer, aumenta a autoestima, combate a solidão, a ansiedade e a depressão dos pacientes, entre outros efeitos.

Além disso, a presença do animal em hospitais ameniza o ambiente e favorece as relações e a comunicação entre familiares e amigos dos doentes, inclusive entre os profissionais de saúde.

 

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