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Coronavírus: Prefeitura de São Paulo apoia ações do Governo do Estado

Iniciativas conjuntas para ampliação do combate ao vírus foram anunciadas nesta quinta-feira (12) na sede do Estado

De Secretaria Especial de Comunicação

O prefeito Bruno Covas participou nesta quinta-feira (12) de uma coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo Estadual, sobre a ampliação do enfrentamento ao Coronavírus. A cidade de São Paulo irá apoiar as iniciativas para reserva de mil novos leitos de UTI (em todo o estado de São Paulo), com o objetivo de atender aos pacientes diagnosticados com o COVID-19, também conhecido como Coronavírus.

“A Prefeitura tem feito um trabalho integrado com o Governo do Estado de São Paulo, uma ação conjunta em reuniões permanentes e periódicas, mais do que diárias, para avaliar a situação e adoção de novas medidas”, disse o prefeito Bruno Covas, que completou: “Não há nenhuma ação onde o Estado vai para um lado e a Prefeitura vai para outro. Todas as ações são conjuntas e coordenadas para que possamos dar total tranquilidade e transparência à população.”

Neste momento, foram registrados 46 casos confirmados da doença no Estado: 44 na capital, um em Ferraz de Vasconcelos e um em Santana de Parnaíba – ambas cidades da Grande São Paulo.

O governador João Doria negou a necessidade imediata de medidas mais drásticas, como a suspensão de atividades em repartições públicas e escolas. Todos os eventos culturais, esportivos e religiosos que reúnem grande público estão mantidos tanto na capital como nas demais regiões do Estado.

“Não é uma decisão de ordem política, o instinto de um governador ou uma medida de ordem administrativa. É de ordem sanitária e de saúde pública. Com o devido cuidado para não levar pânico para a população e nem antecipar processos [de isolar toda a população], porque os efeitos são extremamente nocivos para a vida das pessoas e a economia de uma região ou país. Temos que tratar disso com bom senso, equilíbrio e avaliações diárias”, disse Doria. “Não é razoável paralisar, de maneira precipitada, um Estado com quase 46 milhões de habitantes”, destacou.

No momento, a prioridade é garantir o atendimento às pessoas mais suscetíveis ao quadro grave do coronavírus, que são as:  

  • Com idade a partir de 60 anos
  • Portadores de doenças crônicas graves e imunodeprimidos, como pacientes que passam por quimioterapia. 

 

“Esta é uma pandemia que evolui. Então, o que estamos dizendo no dia de hoje talvez seja diferente daqui um ou dois dias. Toda vez que houver alguma mudança significativa o governador e o prefeito convocarão as coletivas para dar toda transparência, requinte técnico e esclarecer as novas situações”, disse o infectologista e coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus no Estado de São Paulo, David Uip, que também recomendou que esse grupo mais vulnerável evite participar de aglomerações.  

A meta é que os serviços de Saúde das redes pública e privada estejam preparados para atender e orientar todos os pacientes com rapidez, segurança e qualidade. 

 

Protocolo de assistência
Na próxima terça-feira (17), o Centro de Contingência do Estado vai reunir diretores regionais de Saúde e de 100 hospitais da rede estadual para indicar os protocolos clínicos de atendimento a casos suspeitos ou confirmados. A meta é uniformizar os serviços e definir critérios para internação de pacientes com coronavírus nos leitos de UTI, inclusive na rede privada.

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