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Comércio não essencial permanecerá fechado neste feriado

Medida segue recomendação de médicos e cientistas para conter a pandemia do coronavírus

De Secretaria Especial de Comunicação

Durante coletiva realizada nesta segunda-feira (27) no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da cidade, as autoridades presentes voltaram a destacar a importância do isolamento social como medida mais eficaz de combate a pandemia da covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus). Questionado sobre uma possível reabertura no comércio no dia 1 de maio (feriado que antecede o dia das mães), o governador João Doria afirmou que, assim como aconteceu na Páscoa, não haverá exceções enquanto existir a quarentena.

“Eu tenho certeza e convicção de que todas as pessoas saberão compreender, sobretudo as que ainda têm o privilégio de terem as suas mães, que é melhor protegê-las e tê-las ao seu lado, do que colocadas em risco mediante a uma pandemia tão grave como esta”, disse o governador.

O prefeito Bruno Covas afirmou que as restrições continuam valendo na cidade e fez um reforço para que a população denuncie o funcionamento de comércios não essenciais pela central 156Veja a relação das atividades listadas como essenciais e a recomendação do horário de início de funcionamento e/ou troca de turno (para atividades com mais de um turno de trabalho) clicando aqui.

 “Nós estamos com dois mil fiscais das subprefeituras voltados a isso. Muito mais importante que o comércio no Dia das Mães, é a proteção da vida. Por isso, não há nenhuma possibilidade para a reabertura de comércios por conta desta data”, disse o prefeito.

 

Relaxamento da quarentena
O governo estadual tem um plano para a retomada gradual do distanciamento social, que será baseado em critérios como:

  • A estabilidade e o declínio do número de óbitos
  • Variação epidemiológica
  • Capacidade de todo o estado na resposta aos doentes graves e que necessitam de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) 
  • Efetividade do distanciamento social


Por isso, o governador também deixou claro que, enquanto esses números não apresentarem um quadro seguro para toda a população paulista, as restrições continuarão a valer.

“Nós não adotaremos nenhuma medida que possa violar a orientação da Saúde. Por isso, volto a recomendar que aqueles que estão na capital devem obedecer a recomendação da Saúde, não apenas por ser a medicina e a ciência que têm o controle e sabem do que estão falando, mas para proteger as suas próprias vidas, as dos seus familiares, das pessoas de quem você gosta e as pessoas com as quais você convive", disse o governador. "Eu espero que ninguém tenha que um dia escolher alguém da sua família, dada a inexistência de um leito de UTI, para saber quem vive e quem não vive. É para evitar este drama do colapso da saúde que nós fazemos o isolamento social”, concluiu Doria.

Para a capital paulista, Covas destacou que “Nada vai ser feito aqui na cidade de São Paulo se não tiver autorização e recomendação da área da Saúde, seja para poder flexibilizar ou para endurecer [as medidas de isolamento], a área de Saúde que aponta para o governo municipal o que deve ser feito”, disse o prefeito.

 

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