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Centro de Acolhida Emergencial recebe idosos e deficientes em situação de rua

Centro Esportivo Municipal do Tietê foi transformado em um equipamento para acolher essa população

De Secretaria Especial de Comunicação

Desde o início do mês de abril, o Centro Esportivo Municipal do Tietê tem recebido equipes diferentes. O espaço foi destinado pela Prefeitura de São Paulo ao Centro de Acolhida Emergencial (CAE), que acolhe idosos e pessoas com deficiência, que estão em situação de rua ou em extrema vulnerabilidade, durante a pandemia.    

O local não sedia atividades esportivas desde o início da pandemia e, por isso, foi destinado para essa finalidade. No equipamento, os usuários contam com dois dormitórios, que acomodam até 200 pessoas, e recebem alimentação e kits de higiene. A unidade também oferece atendimento completo da equipe socioassistencial.

Segundo Thaysa Cristina Campos, gestora do CAE Tietê, o serviço foi aberto especialmente para acolher a população de rua. “Essa unidade foi destinada ao público masculino, que são idosos e deficientes com autonomia. Aqui, eles realizam atividades socioeducativas, sempre buscando o retorno familiar”, informa.

Todas as medidas de proteção contra o coronavírus são tomadas pela equipe do CAE, com protocolos de higiene, redução de saídas e conscientização. “Aqui, os acolhidos sempre têm a cautela de solicitar a máscara de proteção, pois também estão preocupados com a contaminação. Nossas medidas de conscientização são muito eficazes.”, explica Thaysa.

Para José Clóvis Santana, um dos conviventes do CAE Tietê, usar a máscara também no equipamento é essencial para proteção. “Tem que usar a máscara, né? Mas também temos que cuidar da higiene, passar álcool nas mãos quando chegamos dos lugares. Temos que ter muito cuidado”, relata.

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