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Capital continua na quarentena

Confira os últimos números relacionados à pandemia na cidade de São Paulo

De Secretaria Especial de Comunicação

Durante coletiva de imprensa realizada no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul da cidade, o prefeito Bruno Covas divulgou os números mais recentes da evolução da pandemia na cidade e enfatizou que a quarentena continua na capital paulista.

“A quarentena continua na cidade de São Paulo, como continua no Estado de São Paulo. Nós estamos falando da fase dois da quarentena, não da fase dois da saída da quarentena”, disse o prefeito.

Covas pediu para que a população continue com seus cuidados básicos para enfrentar a pandemia de covid-19: “É importante que as pessoas continuem a utilizar máscaras, continuem a evitar aglomeração, continuem a evitar saída desnecessária de casa. Todo esse trabalho precisa ser mantido, pois queremos evoluir e não retroceder para a fase um. Queremos avançar para a fase três, quatro e cinco na cidade de São Paulo”, afirmou Covas.

O governador João Doria também explicou o funcionamento da evolução do Plano São Paulo.

“É um plano de longo prazo, com planejamento em cinco fases graduadas, para termos uma posição correta e uma avaliação permanente, diária e semanal, de forma serena, gradual e segura, com a apresentação de indicadores para a revisão imediata das medidas e, se necessário, o retorno para a situação anterior. Bruno Covas e eu não temos compromisso com o erro, o nosso compromisso é com o acerto e com a vida. Se tivermos que dar um passo atrás para salvar vidas não teremos nenhuma hesitação em fazê-la”, disse o governador.

Situação da pandemia na capital
A respeito dos últimos números do coronavírus na capital, o prefeito iniciou sua apresentação falando sobre a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na capital, que atualmente está em 63%.

“Já pelo segundo dia consecutivo nós ficamos com uma taxa abaixo dos 70%. Já são 57 mil pessoas que foram curadas na Rede Municipal de saúde, 4.305 óbitos confirmados”, disse Covas.

Também foi apresentada a média móvel de solicitações diárias de internação nas UTIs no município, que mostra uma subida abrupta entre o final de março e início de abril, chegando a 28 casos por dia.

“Durante 15 dias conseguimos manter essa curva mais achatada, chegando a 33 casos, por volta do dia 15 de abril. Durante o prazo de um mês os números continuaram a subir, chegamos a 72 casos diários, durante duas semanas esse número foi mantido e atingimos o platô”, contou Bruno Covas.

Este platô significa que a curva estacionou, e muito se deve ao uso de máscaras na cidade de São Paulo, já reflexo dos decretos estadual e municipal, obrigando o uso de máscaras na cidade de São Paulo.

“O que a gente observa já nas últimas duas semanas é uma fase decrescente de solicitação de leitos de UTI na cidade de São Paulo. São esses números que a cidade conseguiu atingir e que, a preocupação agora central é que a gente não retroceda, que a gente não volte a crescer o número de solicitações de internações em leitos de UTI na cidade de São Paulo”, alertou o prefeito.

Também foram apresentados os indicadores que o Governo de São Paulo elencou para escolher e ranquear as regiões no estado.  Os números mostram que para todos os indicadores ou estamos na fase dois ou na fase três (que é a fase amarela), e ainda, para alguns indicadores, a cidade de São Paulo já está na fase quatro (verde).

“Como os critérios do Estado são sempre os mais restritivos possíveis, o município está classificado na fase 2, mas vocês vejam aí, por conta da taxa média de ocupação de leitos de UTI nos últimos sete dias. Se a gente conseguir manter a taxa média entre 62% e 63%, que é o que conseguimos nos últimos dias, a gente vai para a fase três, amarela, na cidade de São Paulo”, concluiu Covas.

 

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