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Município e Estado alinhados para contenção do coronavírus na capital

Prefeito e governador se reuniram nesta quinta-feira (19) no Palácio dos Bandeirantes

De Secretaria Especial de Comunicação

O prefeito Bruno Covas esteve nesta quinta-feira (19) no Palácio dos Bandeirantes, na Zona Sul, para uma coletiva de imprensa ao lado do governador João Doria. A iniciativa teve o objetivo de anunciar ações conjuntas de combate ao COVID-19, também conhecido como Coronavírus.

Durante o evento, Covas destacou a importância de um alinhamento das informações entre a Prefeitura de São Paulo e o governo estadual para que as medidas sejam mais eficazes.

“São sempre medidas complementares e nunca medidas conflitantes. Não adianta o Governo do Estado caminhar para um lado, o município caminhar para outro, e a gente ter um jogo de soma zero. Pelo contrário, temos debatido sempre, em conjunto, as ações que devem ser tomadas, que são sempre debatidas em conjunto”, disse o prefeito Bruno Covas, que citou a antecipação do recesso escolar como uma das medidas adotadas.

Covas também destacou que em uma situação de crise, como a que vivemos, novos alinhamentos são necessários a cada momento, com decisões tomadas diariamente e conforme a evolução do quadro na cidade. Por isso, o prefeito tem se reunido todas as tardes com o corpo de secretariado, via internet.

“Nós vivemos uma mudança diária da realidade. Nos encontramos em um momento que a determinação da Vigilância Sanitária do município é seguir a recomendação da OMS [Organização Mundial da Saúde] de restringir a circulação de 60% da população. É um dado estatístico, que se for seguido pelo município de São Paulo a gente consegue evitar a explosão da curva de crescimento do número de casos”, disse Covas, que completou: “essas medidas adotadas, até este instante, visam exatamente conseguir aquilo que é uma determinação da Vigilância Sanitária, baseada em estudos da OMS.”

O prefeito e o governador descartaram uma paralisação completa do transporte público na capital e o governador fez um apelo a outros entes da federação: “Neste momento, nós não podemos ter interrupção de logística e de circulação. Sei que a pressão é muito grande, mas isso não pode acontecer", disse Doria, que continuou:

"Interromper o transporte público vai impedir as pessoas que trabalham em hospitais, prontos-socorros, supermercados e farmácias de chegarem aos seus destinos. Não é razoável imaginar que essas pessoas, além de todo o sacrifício que estão fazendo, ainda tenham que utilizar os seus recursos pessoais para o pagamento de aplicativo ou táxis. O serviço deve continuar de forma regulada, higienizada e orientada, como tem feito a cidade de São Paulo".

 

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