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Ação conjunta da Prefeitura e Estado flagra festas clandestinas e autua bares e casas de shows neste Natal

Mais de  6 mil pessoas foram dispersadas pacificamente dos estabelecimentos interditados por desrespeitarem o Decreto do Governo de São Paulo

De Secretaria Especial de Comunicação

Uma força tarefa organizada pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (COVISA) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e do Governo do Estado, com o objetivo de impedir a aglomeração de pessoas e evitar a propagação da Covid-19 resultou na dispersão de 6 mil pessoas e autuação e interdição de sete estabelecimentos comerciais nos dias (25 e 26 de dezembro), sendo: quatro bares, três casas de shows, além de um pancadão, na região de Cidade Tiradentes.

A "Operação Conjunta de Fiscalização de Festas Clandestinas" envolveu profissionais da Vigilância em Saúde (COVISA) do Município e do Estado de São Paulo, em parceria com a Guarda Civil Metropolitana (GCM), as Subprefeituras e a Polícia Militar (PM).

A iniciativa aconteceu em toda a cidade com a proposta de coibir festas clandestinas, que colocam em risco a saúde pública. Os proprietários e organizadores destes eventos responderão administrativamente e, com o encaminhamento dos casos às autoridades policiais pela GCM, poderão também ser responsabilizados criminalmente pelos seus atos. Cerca de 6 mil pessoas foram dispersadas destes estabelecimentos.

As fiscalizações, que envolveram em média 190 profissionais em cada uma, tiveram por objetivo o cumprimento do decreto do Governo do Estado de São Paulo, que estabeleceu o retorno da cidade à fase vermelha nos dias 25 a 27 de dezembro e de 01 a 03 de janeiro.

Na sexta-feira (25), 2.800 mil pessoas foram dispersadas pacificamente e três estabelecimentos interditados totalmente, entre eles: a Casa de Show Villagio - Rua Henrique Fausto Lancelotti, 6.183; e o Tropical Butantã, na rua Valdemar Ferreira 93, esse funcionava com portas e janelas fechadas. Os participantes dos eventos clandestinos foram orientados pela Vigilância em Saúde a evacuar o local imediatamente, ao que obedeceram sem nenhum incidente. O local foi autuado e interditado pelo órgão. A GCM acompanhará os casos junto à Polícia Civil.

A Casa de Show e danceteria JB LTDA (Tropical Butantã), na Rua Valdemar Ferreira 93, também foi autuada e cerca de 1.500 pessoas deixaram o local, assim como, o Bar Limoeiro, na Avenida Guilherme Gotching, 580, Vila Guilherme, Zona Norte, onde havia cerca de 200 pessoas. Foram registrados boletins de ocorrências.

Em prosseguimento às ações de fiscalização, na noite de sábado (26) e na madrugada deste domingo (27), foram realizadas operações de forma pacífica, ordenada e sem qualquer incidente com os frequentadores, resultando na dispersão de mais de 3 mil pessoas e a interdição total de três bares, entre eles, o Poderoso Lounge Bar, na Avenida Luiz Dumont Villares, 699; a casa de show Capela Club, na Avenida Canindé, além da dispersão dos participantes de um baile funk em Cidade Tiradentes.

A Secretaria Municipal das Subprefeituras, que também é responsável pela fiscalização de estabelecimentos que excedem o horário permitido pela legislação vigente, além de verificar se estão disponibilizando mesas nas calçadas, com apoio da GCM, interditou também no sábado (26) duas lojas na Lapa e um bar na Mooca.
A Prefeitura de São Paulo reitera que a cidade encontra-se em quarentena em função da pandemia, e na fase vermelha devem funcionar apenas os serviços essenciais como farmácia, padarias e mercados. A participação dos cidadãos evitando aglomerações é importante para a preservação da saúde de todos os paulistanos.

Desde o início da quarentena, 1.314 estabelecimentos foram interditados por descumprirem as regras vigentes, destes, 886 são bares, restaurantes, lanchonetes e cafeterias. O valor da multa é de R$ 9.231,65 aplicada a cada 250m². Os estabelecimentos devem solicitar a desinterdição na subprefeitura da região. O Município disponibiliza a Central SP156 (telefone, aplicativo e site https://sp156.prefeitura.sp.gov.br), para denúncias.

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